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Vini Jr. garante mais dancinhas do Brasil na Copa e deixa críticos de lado

Vini Jr. é um dos destaques da Seleção Brasileira na Copa
Vini Jr. é um dos destaques da Seleção Brasileira na Copa. Foto: IMAGO / Uwe Kraft

Um dos destaques da Seleção Brasileira na Copa do Mundo do Catar com participação em cinco dos sete gols na competição, o atacante Vini Jr. concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira. E afirmou que as dancinhas da Seleção nas comemorações de gol vão continuar. No jogo contra a Coreia do Sul, o comentarista e ex-jogador Roy Keane soltou o verbo contra as danças dos jogadores brasileiros.

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– O gol é o momento mais importante do futebol, onde não só nós ficamos muito felizes, como agora na Copa um país inteiro fica. Temos muitas comemorações para fazer ainda. Que a gente siga fazendo muitos bailes e jogando bem para chegar até a final nesse ritmo – disse Vini.

Os críticos, como Roy Keane, ele prefere deixar de lado:

– A galera gosta de reclamar quando vê o outro feliz, e o brasileiro é sempre muito feliz, então vamos sempre afetar bastante. Que a gente possa seguir com a nossa alegria, porque tem muito mais gente por nós do que contra nós.

Vini Jr. tem sido ao lado de Neymar a grande liderança técnica da Seleção Brasileira. E, na entrevista, falou da relação com o amigo e companheiro. E da conversa que teve com ele.

– Ele me falou que a Copa do Mundo é diferente de qualquer outra competição. Agora estou vivendo, sei quanto a Copa é importante para o nosso país, para todos. Ele me falou isso e sempre levei comigo, não sabia o tamanho, mas quando tocou o hino vi a diferença que é jogar uma Copa pelo seu país. Ainda mais pelo Brasil, o país que tem mais títulos, que todos querem vencer. Eu fico feliz de estar aqui representando cada brasileiro, estar jogando com meu ídolo, com amigos que tenho aqui, e que essa união que temos possa nos levar para um lugar muito alto – contou.

Vini Jr., por fim, falou sobre o processo para assumir a titularidade da equipe de Tite. Processo que, sem dúvida, foi muito longo e difícil.

– Eu acredito que foi um processo normal. A comissão e o professor foram me dando argumentos de onde eu precisava melhorar para chegar no meu melhor nível e ser titular da Seleção. É complicado, tem muitos jogadores, o professor tem muitas opções. Cada vez que eu vinha para a Seleção eu voltava com algo que faltava para ser titular da posição – finalizou o atleta de 22 anos.

A Seleção Brasileira se prepara para enfrentar a Croácia nas quartas de final. As equipes jogam nesta sexta-feira, às 12h (horário de Brasília).

Leo Santos
1162 artigos
Leonardo Santos é jornalista esportivo com passagens por gra ...

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